A crônica selecionada como tema de trabalho para a dupla foi A Carta de Pero Vaz de Caminha, ou, pra facilitar, Carta do Achamento.
No filme assistido, vemos Diogo Álvares como centro da história, que em 1.500 era pintor. Como castigo por traição da corte, ele é enviado junto com a tropa de Pedro Álvares Cabral, que mais tarde, chegaria no Brasil. O porém, é que ele vai na nau de Vasco de Ataíde, que na história é retratado como interesseiro que coage a Duquesa Isabelle a seduzí-lo em troca de um mapa. Durante a viagem, o navio naufraga e Diogo chega em terras brasileiras. Ao chegar nessas terras ele se depara com a jovem índia, Paraguaçu, e sua irmã, Moema, em que mais tarde formarão um triângulo amoroso.
O que podemos ver em comum entre o filme e a Carta são as mesmas reações dos portugueses ao chegarem em nossas terras, e as dificuldades enfrentadas por eles, que aliás, são seeeeeempre citadas na carta. "Eles não escondem suas vergonhas", é o que Pero Vaz sempre cita, estranhando o modo de vida dos índios, totalmente diferente dos europeus. O mais impressionante é que nessa história quem teve vergonha mesmo, foram os índios.
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